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PF prende policial civil do 1º DIP em Manaus por envolvimento em roubo de ouro ilegal  

Operação Piloto de Fuga cumpre mandados em Manaus contra roubo de ouro ─ FOTO: Divulgação/PF

 

Manaus (AM) ─ A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), deflagrou nesta terça-feira (09/06) a Operação Piloto de Fuga. A ação resultou na prisão preventiva do policial civil Luciano de Souza Grangeiro, de 42 anos. Ele é lotado no 1º Distrito Integrado de Polícia (1º DIP), localizado no bairro Praça 14, na zona Sul de Manaus.

A nova operação é um desdobramento direto da Operação Auxílio Criminoso, deflagrada pela PF no último dia 29 de maio. O objetivo das investigações é desarticular uma organização criminosa formada por agentes públicos do sistema de segurança do Amazonas e por particulares, todos envolvidos no roubo e na ocultação de ouro extraído ilegalmente no Estado.

Além do mandado de prisão preventiva contra o policial civil, os agentes federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão na capital amazonense.

O Crime e o Esquema de “Auxílio Criminoso” ─ As investigações apontam que o grupo interceptou e roubou uma carga de ouro de origem ilegal em outubro de 2025, em Manaus. Em vez de realizarem os procedimentos legais de apreensão do minério, os envolvidos teriam se apropriado do metal precioso e atuado para ocultar o crime.

Com o avanço dos trabalhos da PF e do MPAM, Luciano de Souza Grangeiro foi identificado como mais um dos integrantes da estrutura que dava suporte ou participava diretamente das ações do grupo.

Graves acusações e continuidade das investigações ─ Os alvos da operação, incluindo os agentes de segurança pública que deveriam combater a criminalidade, poderão responder por uma série de crimes graves. Entre eles: roubo majorado; associação criminosa; usurpação de bens da União (pela posse do ouro ilegal) e fraude processual.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam em andamento para garantir a completa elucidação dos fatos e identificar se há outros servidores públicos ou particulares integrando a organização criminosa no Amazonas.

Da Redação, com informações da assessoria de imprensa

 

 

 

 

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