
Manaus (AM) ─ Uma megaoperação integrada das forças de segurança do Amazonas terminou com a morte do principal suspeito da execução do policial civil Luciano Carvalho Sena, além de prisões que expõem ramificações do tráfico e a participação de agentes públicos no crime.
O investigador, lotado no Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), foi morto durante confronto no Prosamim do bairro Alvorada, zona Oeste de Manaus.
O apontado como autor dos disparos contra o agente, Rafael Pereira Freitas, foi localizado na comunidade de Novo Remanso, no município de Itacoatiara. Ferido nas costas durante a troca de tiros em Manaus, o suspeito buscou atendimento na unidade de saúde local.
Ao ser abordado pelas equipes policiais, reagiu a tiros, acabou baleado no novo confronto e não resistiu aos ferimentos.
Enquanto equipes do IML e familiares acompanhavam a liberação do corpo do investigador em Manaus, forças da Polícia Civil, Polícia Militar e Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM) deflagravam incursões na capital para capturar os demais envolvidos no ataque.
A ação resultou na prisão de Mayara Silva da Silva, investigada por participação direta no confronto, e de sua irmã, apontada pela polícia como responsável por vigiar um entreposto de drogas contendo cerca de uma tonelada de entorpecentes. Um terceiro homem também foi detido logo após o tiroteio inicial.
A investigação ganhou desdobramentos ainda mais graves com a prisão de um cabo da Polícia Militar, Bruno Everson Pinto dos Santos. De acordo com as apurações da Polícia Civil, o veículo utilizado pelos criminosos na ação que tirou a vida do investigador pertence ao PM. A constatação dos indícios culminou na ordem de prisão do militar
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Da Redação







