Início Municípios Moraes marca julgamento de recurso sobre bloqueio de bens do prefeito de...

Moraes marca julgamento de recurso sobre bloqueio de bens do prefeito de Coari, Adail Pinheiro

Ação sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes trata de medidas cautelares e bloqueio de bens de Adail Pinheiro ─ FOTO: Reprodução

 

Manaus (AM) — O Supremo Tribunal Federal (STF) pautou para o período de 6 a 13 de novembro o julgamento do Agravo Regimental na Petição (PET) 16.221/AM, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A ação, que tramita em estrito segredo de justiça na Suprema Corte, trata do afastamento temporário do prefeito de Coari, Adail Pinheiro (PP), além de secretários municipais.

O procedimento no STF envolve decisões no âmbito do Direito Processual Penal, abarcando requerimentos de prisão preventiva e medidas assecuratórias patrimoniais, como o bloqueio e o sequestro de bens e valores dos investigados.

Julgamento virtual e segredo de justiça ─ Com a inclusão na pauta de julgamentos virtuais de novembro, os ministros da Corte terão a janela de 6 a 13 de novembro para registrar seus votos sobre a manutenção ou revogação das decisões liminares e cautelares proferidas pelo relator.

Em virtude do segredo de justiça mantido sobre a autuação oficial no STF, os nomes das partes e de seus advogados constam formalmente como “sob sigilo”.

O processo refere-se diretamente ao desdobramento de investigações que resultaram no afastamento cautelar do prefeito Adail Pinheiro e de membros de sua equipe de governo na Prefeitura de Coari, no dia 16 de setembro deste ano. No dia 25, Alexandre de Moraes reintegrou o chefe do Executivo ao cargo.

URGENTE | Prefeito de Coari é afastado do cargo;  Adail Filho é alvo de busca em operação da PF    

As medidas cautelares e assecuratórias sob análise do plenário do STF visam resguardar a instrução criminal, interromper supostas irregularidades operacionais e assegurar a reparação de eventuais danos aos cofres públicos.

Veja a decisão:

Da Redação

Artigo anteriorSTF arquiva investigação contra Silas Malafaia a pedido da PGR e revoga cautelares
Próximo artigoYara Lins manda fiscalizar R$ 532 milhões da Aleam na gestão de Roberto Cidade