
Manaus (AM) – O governo dos Estados Unidos anunciou, nas últimas horas deste domingo (29/03), novas restrições à exportação de chips de última geração e equipamentos de litografia para empresas chinesas.
A medida, justificada por questões de “segurança nacional”, visa frear o avanço de Pequim no desenvolvimento de Inteligência Artificial (IA) militar e supercomputação.
Em resposta imediata, o Ministério do Comércio da China classificou a ação como “bullying tecnológico” e sinalizou que poderá impor barreiras à exportação de minerais críticos, como gálio e germânio, essenciais para a fabricação de componentes eletrônicos globais.
Analistas de mercado alertam que a nova escalada pode gerar uma nova onda de escassez na cadeia de suprimentos de hardware, elevando custos de produção em polos tecnológicos ao redor do mundo.
O impasse ocorre em um momento de fragilidade na economia global e deve ser o tema central da próxima cúpula do G20.
Para o setor industrial, o temor é que a “guerra dos chips” force uma reestruturação logística que pode encarecer dispositivos eletrônicos de consumo, como smartphones e computadores, no segundo semestre de 2026.
Da Redação







